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27 de abril de 2020

Ego - Alter Ego

EGO - ALTER EGO - A TEORIA DE FREUD


Segundo o Pai da Psicanálise, Sigmund Freud, o ego é um conjunto de hipóteses sobre o funcionamento do cérebro dos indivíduos, tomando como premissa o fato de que todo evento psíquico é determinado por eventos anteriores, o que leva à conclusão que, no mundo psíquico, não existem acasos.
A partir do conceito de Freud, o ego é o alicerce psicanalítico para descrever a psique, palavra que provém do hebraico e que significa alma, sendo este o elemento que existe em cada ser vivo, sendo o responsável pela capacidade de expressar as emoções.
O ego, portanto, é um elemento biológico e primitivo de nossa psique, atuando no inconsciente onde ficam reprimidos e guardados os traumas e desejos que deixamos escapar para o mundo, sempre motivados pelos eventos que marcaram nossa vida pregressa.
O ego nos permite sentir emoções boas e ruins, nos permite colocar uma máscara diante de situações que poderiam nos tornar vulneráveis, faz com que saibamos balancear a relação entre o princípio do prazer e o princípio da realidade e nos possibilita construir defesas para proteção contra o que nos ameaça, além de tornar possível a manifestação da libido.

ALTER EGO

Para Freud, o alter ego é o segundo eu, ou um “outro eu”, podendo ser considerado como uma segunda personalidade presente em um único indivíduo.
Um bom exemplo disso pode ser encontrado na literatura, quando a manifestação do alter ego de um autor se reproduz numa história contada sob o ponto de vista de outra pessoa, assumindo, dessa forma, uma personalidade diferente para produzir uma obra.
Porém, enquanto na literatura o alter ego pode se manifestar conscientemente, na psicanálise ele é considerado um sintoma patológico, podendo provocar o Transtorno Dissociativo de Identidade.
Saudações

9 de outubro de 2019

A Mente Consciente e Inconsciente



A mente inconsciente inclui todas as coisas que estão fora da nossa percepção consciente. Estes podem incluir memórias da primeira infância, desejos secretos e impulsos ocultos. Segundo Freud, o inconsciente contém coisas que podem ser desagradáveis ​​ou até mesmo inaceitáveis ​​socialmente. Porque essas coisas podem criar dor ou conflito, elas são enterradas no inconsciente.

Embora esses pensamentos, memórias e impulsos possam estar fora de nossa consciência, eles continuam a influenciar o modo como pensamos, agimos e nos comportamos. Em alguns casos, as coisas fora da nossa consciência podem influenciar o comportamento de formas negativas e levar a sofrimento psicológico.

A mente consciente inclui tudo o que está dentro da nossa consciência. Os conteúdos da mente consciente são as coisas de que estamos cientes ou que podem facilmente levar à consciência.


O Id, o Ego e o Superego

Id: Freud acreditava que a personalidade era composta de três elementos-chave. O primeiro destes a emergir é conhecido como o id. O id contém todos os desejos inconscientes, básicos e primitivos.

Ego: O segundo aspecto da personalidade a emergir é conhecido como o ego. Esta é a parte da personalidade que deve lidar com as exigências da realidade. Ela ajuda a controlar os impulsos do id e nos faz se comportar de maneiras que são realistas e aceitáveis. Em vez de nos envolvermos em comportamentos destinados a satisfazer nossos desejos e necessidades, o ego nos força a satisfazer nossas necessidades de maneiras socialmente aceitáveis ​​e realistas. Além de controlar as demandas do id, o ego também ajuda a encontrar um equilíbrio entre nossos impulsos básicos, nossos ideais e a realidade.

Superego: O superego é o aspecto final da personalidade para emergir e contém nossos ideais e valores. Os valores e crenças que nossos pais e a sociedade inculcam em nós são a força orientadora do superego e se esforçam para nos fazer se comportar de acordo com essas morais.

Os mecanismos de defesa do ego

Um mecanismo de defesa é uma estratégia que o ego usa para se proteger da ansiedade. Essas ferramentas defensivas agem como uma proteção para evitar que os aspectos desagradáveis ​​ou angustiantes do inconsciente entrem na consciência. Quando algo parece excessivo ou mesmo inadequado, os mecanismos de defesa ajudam a impedir que a informação entre na consciência para minimizar o sofrimento.


Fraternos Abraços

5 de outubro de 2019

Síndrome do pânico


Os sintomas da síndrome do pânico podem surgir quando a pessoa passa por momentos de maior ansiedade e tensão, ficando preocupada com situações que podem parecer simples de resolver para outras pessoas.

Sensação de falta de ar, aperto no peito e tremedeira podem indicar que a pessoa está muito ansiosa e que uma crise de pânico pode se instalar se ela não se acalmar rapidamente. Assim, logo que estes sintomas sejam identificados pela própria pessoa ou por quem está à sua volta deve-se fazer o possível para controlar as emoções e ter pensamentos positivo para evitar que outros sintomas se instalem.

Principais sinais e sintomas:

Uma crise de pânico normalmente dura 5 e 20 minutos, e os sintomas que aparecem dependem da gravidade da crise, mas podem incluir:

Falta de ar, com sensação de asfixia;
Tontura e fraqueza;
Tremores;
Aumento da frequência cardíaca;
Aumento da produção de suor;
Sensação de calor ou suor frio;
Calafrios;
Sensação de desmaio;
Dor no peito ou no estômago;
Formigamento das mãos 
ou sensação de agulhadas na pele;
Boca seca;
Vontade de ir ao banheiro;
Zumbido nos ouvidos;
Pavor e medo de morrer;
Sensação de perda de controle sobre si próprio.

Esses sintomas aparecem de forma repentina e em qualquer lugar, sem uma razão aparente que justifique a crise, e por isso é comum que os pacientes tenham um medo constante de novas crises e evitem lugares onde passarem por ataques de pânico anteriores.

Durante o ataque, é comum o medo de morrer ou de sofrer um ataque cardíaco, mas após algumas experiências e com a ajuda do tratamento de psicoterapia, a maior parte das pessoas com esta doença passam a reconhecer os sinais da crise e conseguem controlá-la ainda no início.

O que fazer?

Durante o ataque de pânico, é possível utilizar algumas técnicas para controlar a situação, como:

Permanecer no lugar da crise até que ela passe, pois a falta de controle sobre si próprio pode causar acidentes, principalmente se o ataque surgir enquanto se dirige;

Lembrar que o ataque é passageiro e que a sensação de medo extremo e os sintomas físicos logo irão passar. Para ajudar, deve-se focar em objetos e pensamentos que distraiam a atenção do pânico, como observar os ponteiros do relógio ou um produto de uma loja;

Respirar fundo e lentamente, contando até 3 para inspirar e mais 3 para expirar o ar, pois isso irá ajudar a controlar a respiração e diminuir a sensação de ansiedade e pânico;

Enfrentar o medo, tentando identificar o que causou o ataque e lembrando que o pavor não é real, pois os sintomas logo irão passar;

Pensar ou imaginar coisas boas, lembrando de locais, pessoas ou acontecimentos bons do passado e que tragam sensação de calma e de paz.

Evitar fingir que não é nada, pois tentar seguir normalmente as atividades pode fazer a crise piorar. Assim, deve-se sentar e enfrentar o sintomas, sempre pensando que eles são passageiros e que nada grave irá acontecer.

Uma ou mais dessas dicas devem ser usadas durante a crise, pois irão ajudar a diminuir o medo e a fazer os sintomas desaparecerem mais rapidamente.

Como ajudar uma pessoa
em ataque de pânico


Para ajudar alguém que está passando por um ataque de pânico, é importante manter-se calmo e levar a pessoa para um ambiente tranquilo, falando frases curtas e ordens simples. Se o paciente costuma tomar medicação para ansiedade, deve-se dar o remédio com cuidado, evitando gestos bruscos.

Para diminuir os sintomas, deve-se também usar estratégias como pedir para respirarem lentamente juntos e fazer tarefas simples, como alongar os braços sobre a cabeça.

O tratamento é realizado com Psicoterapia e medicamentos prescritos por médico Psiquiatra.

Procure Ajuda De Uma Profissional

30 de agosto de 2019

Freud e a Sexualidade

“Em última análise, precisamos amar para não adoecer.”


Creio que ninguém ampliou tão vastamente a questão da sexualidade como ele.

Sigmund Freud foi um Neurologista vienense que resolveu se aprofundar na observação do comportamento humano, ao ver inúmeros casos em sua época de doenças físicas que não tinham uma base orgânica.

Sua ousadia foi incrível, pois quebrou um código comum na medicina do fim do século XIX, de que não se podia ouvir um paciente.

Freud não só ouviu, como passou a identificar alguns padrões comuns no desenvolvimento psicológico de seus pacientes. Com isso obteve bons resultados e quadros que até então eram incuráveis tiveram melhoras com a terapia pela fala.

As contribuições de Freud foram tão poderosas que se estenderam para muito além da medicina e da psicologia, mas chegaram à antropologia, artes, arquitetura, marketing, sociologia, teologia.

Uma leitura atenciosa de Freud, pode revelar àqueles que o acusam de ultrapassado aspectos da personalidade humana que, continuam tão vivos como há 111 anos.

Fraternos Abraços

18 de agosto de 2019

Pensamentos de Freud


Nascido em 6 de maio de 1856 na Áustria, o neurologista Sigmund Freud é considerado o “fundador” da psicanálise e foi responsável por popularizar o método de tratamento psicológico através do diálogo entre paciente e médico, tão comum hoje em dia. Muitas de suas teorias envolviam mecanismos da mente inconsciente, como a interpretação de sonhos, e dividiram os estudiosos da época, embora tenham contribuído para desenvolver técnicas terapêuticas baseadas principalmente na análise clínica.

Entre os artigos publicados por Freud, alguns desvendaram e transformaram a visão da psicologia sobre a sexualidade, o desenvolvimento da mente humana e o significado de diversos comportamentos inconscientemente “fabricados” durante a infância. Entenda os principais conceitos e estudos deixados pelo psicanalista:

Nossa sexualidade se desenvolve 

por vários estágios durante a infância
De acordo com a teoria de desenvolvimento psicossexual de Freud, as crianças percorrem várias fases de amadurecimento centradas em zonas erógenas. Se completasse todos esses períodos, o neurologista acreditava que o indivíduo seria capaz de desenvolver uma personalidade saudável, mas a fixação em qualquer um dos estágios poderia atrapalhar a evolução até a vida adulta.

Cinco fases determinam essas transições: oral, anal, fálico, latência e genital. 


No primeiro ano de vida, a boca é o objeto central de prazer, razão pela qual os bebês nascem com um “reflexo de sucção” e o instinto de mamar nos peitos da mãe — se essa necessidade não for preenchida, a criança pode crescer com hábitos como roer unhas ou chupar o dedo; 

até os três anos, as crianças passam a exercer o controle sobre suas necessidades fisiológicas e qualquer desenvolvimento impróprio desta fase pode resultar em uma criança excessivamente organizada e preocupada com a ordem; 

entre três e seis anos, surge o prazer concentrado nos genitais e com ele o chamado Complexo de Édipo, que envolve o desejo de um menino por sua mãe e sua vontade de de substituir seu pai, visto como um rival;

já no período de latência, os instintos sexuais costumam ser reprimidos e, a partir dos 12 anos, a fase final leva o indivíduo a direcionar seu interesse para membros do sexo oposto. Muitos aspectos dessa teoria, no entanto, já foram substituídos por conceitos mais modernos da psicanálise.

A psique humana é 
dividida em três partes
Em alguns de seus trabalhos propostos durante a década de 1920, Freud sugeriu que a mente humana é dividida entre o Id, Ego e Superego: o primeiro representa o inconsciente completo, parte impulsiva da psique que, durante a infância, proporciona apenas as capacidades básicas. O Id citado pelo psicanalista é formado pelo princípio do prazer, que busca preencher vontades sem considerar qualquer aspecto da realidade.

O Ego observa que nem sempre nosso Id é capaz de obter aquilo que deseja, já que essa expectativa pode por vezes causar problemas. Em outras palavras, nosso Ego existe para sempre levar a realidade em consideração. Também é papel do Ego ponderar as exigências do Id e o aspecto autocrítico do Superego, que surge a partir dos cinco anos e compõe a parte moral da mente humana.

A maioria das emoções 
e impulsos humanos 
está “escondida” no inconsciente
O conceito da inconsciência foi essencial para a visão de Freud sobre a mente humana. Ele acreditava que boa parte daquilo que vivemos — emoções, impulsos e crenças — surge através de nosso inconsciente e não é visível pela mente consciente. Lembranças traumáticas, por exemplo, ficam “bloqueadas” na memória de um indivíduo, mas continuam ativas sem sabermos e podem reaparecer em certas circunstâncias.


Já a mente consciente, segundo Freud, define pouco sobre nossa personalidade. Um terceiro nível da psique foi chamado de subconsciente ou pré-consciente: parte da mente que recupera informações das quais nem sempre nos lembramos, mas que podemos acessar quando necessário.

Os sonhos são uma representação 
de desejos reprimidos
Publicada em 1899, sua obra A Interpretação dos Sonhos abordou os processos conscientes e inconscientes dos sonhos e representa o início da teoria sobre o “inconsciente dinâmico”, desenvolvido ainda durante a infância.

Freud argumentava que sonhos funcionam como o cumprimento de um desejo, muitas vezes reprimido, e propôs o “fenômeno de condensação”, ideia de que um simples símbolo ou imagem visto no sonho poderia carregar vários significados e vontades ao mesmo tempo. Sua análise, apesar de ter sido bastante criticada, forneceu modelos para o tratamento de sintomas e mecanismos relacionados à repressão e a comportamentos compulsivos.


O luto e a melancolia são duas reações diferentes que envolvem alguma perda
Em um artigo publicado em 1917, Freud explicou a diferença na origem das sensações causadas pelo luto e pela melancolia, dois tipos de resposta a alguma perda. O luto representa o sofrimento de perder algum familiar ou pessoa amada e seu processo ocorre no consciente.

No caso da melancolia, o indivíduo não é capaz de identificar facilmente a razão de sua dor, que ocorre em grande parte na mente inconsciente. Enquanto o luto é considerado um fenômeno saudável e necessário para nos recuperarmos de alguma perda, a melancolia é uma patologia e envolve a perda de autoestima, sem aparentemente envolver a perda de algo concreto ou físico. Sintomas da melancolia também se assemelham a alguns vistos na depressão.

Abraços Fraternais

10 de julho de 2019

A Psicanálise é...



A Psicanálise é um procedimento para a investigação de processos mentais que são quase inacessíveis por qualquer outro modo;

Um método (baseado nessa investigação) para o tratamento de distúrbios neuróticos;

Uma coleção de informações psicológicas obtidas ao longo dessas linhas, e que gradualmente se acumulou numa “nova” disciplina científica.

A Psicanálise promove a consciência de padrões de emoções e comportamentos inconscientes, desadaptativos e habitualmente recorrentes. Isso permite que aspectos anteriormente inconscientes do self se integrem e promovam um ótimo funcionamento da mente, cura e expressão criativa.

Freud foi um homem à frente do seu tempo, que criou um estudo que ajuda muitas pessoas até hoje a entrarem em contato com uma nova parte de si mesmas e criarem vidas mais conscientes.

O seu trabalho é reconhecido mundialmente e, até a presente data, o mais EXATO pesquisador da vida psíquica.

Saudações 

9 de março de 2019

Síndrome da Rã fervida

Síndrome da Rã fervida 
Incapazes de reagir aos maus tratos sutis 
A rã fervida gastou toda a sua Energia 
para adaptar-se às circunstâncias, 
por isso, quando chegou o momento crítico, 
não sobraram forças para que se salvasse. 


A síndrome da rã fervida faz referência ao desgaste emocional que surge quando nos encontramos presos em situações de maus-tratos das quais acreditamos que é impossível escapar, e por isso aguentamos e aguentamos, até sairmos queimados.

Digamos que, pouco a pouco, vamos nos prendendo em uma espécie de círculo vicioso que nos machuca mental e emocionalmente até o ponto de nos deixar sem forças.

Foi Olivier Clerc, escritor e filósofo francês, quem criou, em uma linguagem simples, acertada e ilustrativa, a fábula da rã fervida. Vejamos com mais detalhes no que consiste e como podemos aplicar seus ensinamentos em nossas vidas.

A rã que gastou suas forças da maneira errada 


A fábula é baseada em uma lei física real que diz que “se a velocidade de aquecimento da temperatura for menor do que 0,02ºC/minuto, a rã fica quieta e morre ao final da cocção. Em uma velocidade maior, a rã salta e escapa”.

Assim, como explicou Oliver Clerc, se colocarmos uma rã em um recipiente com água e começarmos a aquecê-la pouco a pouco, a rã irá ajustando paralelamente a sua temperatura corporal de forma gradual.

Quando a água estiver chegando ao seu ponto de ebulição, a rã não conseguirá mais ajustar sua temperatura, e por isso tentará saltar.

No entanto, tristemente, a rã não será mais capaz de pular, pois terá gasto sua força e energia para ajustar sua temperatura, e não terá mais o ímpeto necessário para conseguir escapar.

Como consequência óbvia, a rã morre fervida sem fazer nada para saltar e se salvar.

Agora devemos nos perguntar o que matou a rã: foi a água fervendo ou foi a sua incapacidade de decidir adequadamente em que momento deveria saltar?

Certamente se a tivéssemos mergulhado em uma panela a 50 ºC, ela mesma teria dado um grande salto com o objetivo de se salvar. No entanto, enquanto tolerava o aumento da temperatura, ela não pensou que podia e devia sair dali.


O sofrimento silencioso que nos leva a fingir que estamos bem

Quando a deterioração emocional é muito lenta, passa inadvertida por nós. Isso justifica que não reajamos e não nos oponhamos, e que acabemos nos afogando por respirar um ar tóxico que nos envenena pouco a pouco.

Quando uma mudança ocorre de uma forma suficientemente lenta, escapa à consciência e, portanto, não provoca nenhuma reação ou oposição.

Neste sentido, é comum ser vítimas da síndrome da rã fervida em certos tipos de relações amorosas, no trabalho, na família, com os amigos e até em outros entornos sociais.

Assim, quando a dependência, o orgulho, o egoísmo ou as exigências se manifestam com conta-gotas, fica muito difícil dar conta do quão prejudicial pode ser nos mantermos neste lugar.

Poder ser que inclusive classifiquemos como agradável que nosso parceiro precise de nós a todo momento, que nosso chefe confie em nós para nos designar certas tarefas, ou que nosso fiel amigo demande nossa atenção constantemente.

No entanto, a longo prazo, as exigências vão minando a nossa capacidade de reação e resposta, fazendo com que esgotemos nossas forças e nossa habilidade para ver que na realidade não se trata de uma relação saudável.


Este processo de adaptação silenciosa ao mal-estar nos deteriora e faz com que percamos o controle de nossas vidas, pouco a pouco e de maneira muito sutil. Isso nos impede de ser conscientes e de nos prepararmos para dar uma resposta que realmente se ajuste a nossas necessidades.

Por esta razão é essencial fazer um esforço consciente para manter abertos os olhos e avaliar aquilo que desejamos. Somente desta maneira poderemos remover o valor do que deteriora nossas faculdades.

Só poderemos crescer se estivermos dispostos a nos sentir incomodados durante um tempo.

Porque seguirmos em frente e fazer valer nossos direitos é algo que muitas vezes não agrada aos que estão ao nosso redor, já que vivem acostumados com o nosso conformismo, e para eles nossa mudança de atitude é incômoda.

Lembremos que às vezes um “Chega!” nos ajudará a garantir nosso bem-estar emocional e proteger nosso amor próprio, nossa dignidade e nossos interesses.

Consideremos sempre a fábula da rã fervida para que não nos consumamos em uma dor que pode ser evitada a tempo.

Referência bibliográfica:
Clerc, O. (2007). La rana que no sabía que estaba hervida… y otras lecciones de vida. Madrid: Maeva

Fraternos Abraços

14 de setembro de 2018

Frases para reflexão



Frase de Freud sobre a ciência: 

"A ciência não é uma ilusão, mas seria uma ilusão acreditar, que poderemos encontrar noutro lugar o que ela não nos pode dar."


Frase de Freud sobre loucura e sonhos: 

“Qualquer um que comporte-se acordado, da mesma maneira que se comporta nos sonhos, será visto como louco.”


O elogio na visão de Freud:

“Podemos nos defender de um ataque, mas somos indefesos a um elogio.”


"No princípio era a ação. 
O pensamento é o ensaio da ação."

"Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons."

"Qualquer coisa que encoraje o crescimento de laços emocionais, tem que servir contra as guerras."

"O primeiro humano que xingou o inimigo, em vez de atirar-lhe uma pedra, foi o fundador da civilização."

Frase de Freud sobre segredos: 

“Nenhum ser humano é capaz de esconder um segredo. Se a boca se cala, falam as pontas dos dedos.”

“Desejo é o impulso de recuperar a perda da primeira experiência de satisfação.”

"A renúncia progressiva dos instintos, parece ser um dos fundamentos do desenvolvimento da civilização humana."

“Aonde quer que eu vá, eu descubro que um poeta esteve lá antes de mim.”

SAUDAÇÕES

10 de setembro de 2018

Escravidão mental da raça humana



A esperteza dos opressores da raça humana é ampla. Eles utilizam todos os meios para manter o homem preso numa escravidão mental. Essa escravidão é pior do que a escravidão física pelo motivo de ser abstrata. A escravidão física é explícita. Na escravidão mental, o opressor se disfarça com falatórios de ideais, amor, fé, liberdade, e ele mesmo (o opressor) se faz mentor espiritual, intelectual e governamental.

Quem oprime nossa liberdade vive perto de nós, criando a cada dia que passa novos métodos para nos manter mentalmente escravizados. Nossos opressores agem na sombra e se utilizam de chavões como liberdade, amor, igualdade, fraternidade e caridade para insuflar os ingênuos contra aqueles que pensam. Se esses ingênuos do mundo raciocinassem melhor veriam que o termo caridade é uma forma de mascarar uma falsa liberdade. Exatamente porque em um mundo onde todos fossem iguais não precisaria existir a caridade. A caridade só é necessária em um mundo desigual.

Nossos opressores fazem com que os homens do mundo acreditem que são livres. Esses defensores da escravidão mental usam o orgulho e a vaidade a favor deles. Estão infiltrados nas escolas, nas universidades, nos legislativos, no judiciário, nas instituições de todos os governos. Eles escravizam o homem através da cultura do medo, da divisão e da crença.

O escravo mental jamais vai descobrir sua escravidão. Pode ler que não entenderá. Pode ouvir que não escutará. Jamais irá descobrir que a religião é um crime, pois aprisiona a mente humana. Jamais vai ser realista e gritar aos quatro ventos que a TV é o chicote do opressor moderno. Já observaram que todo opressor que se preza luta por concessões de canais de televisão? Os opressores odeiam os rebeldes, os questionadores e os pensadores. Privatizaram o planeta e vendem os espaços do planeta a quem pagar mais. Inventaram o dinheiro. Inventaram os juros para terem mais escravos mentais.

A intenção é destruir todo e qualquer espaço onde existam livres pensadores. E estão atuando com força total contra aqueles que lutam e denunciam a servidão moderna. Sabemos que o planeta Terra foi ofertado de graça pela natureza aos homens. Sabemos que a Terra fornece alimento de graça, mas os escravos mentais estão pagando por tudo que a Terra lhes oferece. E o mais grave de tudo é que aquele que cobra pelo que a Terra oferta não é o criador nem o dono da Terra.

É preciso que as pessoas defensoras do livre raciocínio se ajuntem no pensamento de que os opressores não suportam o grito de libertação, e assim vão usar todas as estratégias de domínio para continuar a sugar as ideias que buscam a defesa do homem, da cultura humana e do planeta Terra.

Uma das formas utilizadas por eles (e bastante antiga por sinal) é de jogar os homens uns contra os outros, acionando mentiras as mais diversas de tal modo que a destruição seja plena e que eles (os opressores) possam aparecer como os salvadores da pátria, posando de bons samaritanos, defendendo a ideia de um governo justo, de leis igualitárias e de um deus bondoso e onisciente.

Temos de ficar de olhos bem abertos! Continuamos a viver num mundo selvagem, cuja vida é selvagem e dominada pelo capitalismo selvagem. Mas isso acontece porque a grande maioria dos homens se deixou dominar e aceitou a selvageria como animais que precisam consumir, consumir e consumir. Devemos defender nosso direito de dizer não à selvageria, ao capitalismo, à religião e aos nossos opressores. Devemos defender a liberdade total do homem!


Por Rafael Rocha

Saudações

7 de setembro de 2018

A Mulher Histriônica



A mulher histriônica não consegue viver sem atenção. Carente, ela acredita que só é feliz recebendo atenção a todo instante, e acredita que somente receberá esta atenção se agir e por caminhos extremos. Ela se considera um "nada", caso fique sem atenção. Essa mulher sente profundo aborrecimento, ira e tristeza caso se sinta ignorada, excluída, rejeitada, confrontada ou abandonada.

Aparentemente muito simpática e divertida, ela tende a entreter as pessoas para que não notem seus pontos fracos. Acredita que animando, divertindo ou ajudando outras pessoas, receberá atenção e será vista como especial. Por vezes, é egoísta e tende a fazer apenas aquilo que lhe dê recompensa e, de preferência, imediata. Ela pode ajudar outras pessoas, fazendo-se de caridosa ou humilde para assim ter a atenção recompensada ou ser "indispensável" na vida daqueles que ajuda.

Por vezes, mostra-se interessada por determinada pessoa apenas porque sabe que esta dará aquilo de que necessita, mas quando cansa, enjoa ou obtém o que desejava, a deixa friamente, sem maiores explicações ou culpabilizando-a.

De forma geral, a mulher histriônica tem uma grande imaturidade emocional. Ela cresce fisicamente, mas por algum motivo, deixa de crescer emocionalmente. Contudo, diferente da imaturidade emocional causada por uma "superproteção" que pode ser revertida, nos transtornos de personalidade é muito difícil o amadurecimento acontecer, exatamente porque os traços e modo de viver dessas pessoas são muito inflexíveis e desajustados. O mundo parece ser centralizado em si e todos os cuidados devem devem ser voltados a ela. Somente sua opinião deve ser levada em consideração. Seus interesses estão no centro de tudo e a ira voltada contra aqueles que assim não pensam, é grande.

As características mais evidentes de imaturidade emocional encontrada na histriônica podem ser o imediatismo, a inconstância, atitudes infantis, impulsividade, exploração da sedução, oscilações do humor e opiniões, baixa tolerância à rotina e monotonia, deixar-se levar facilmente pelas emoções e intuição, vaidade, necessidade constante de atenção apenas para si, hedonismo, egocentrismo e egoísmo, dramatismo, intolerância às frustrações e decepções, relacionamentos superficiais, manipulação para conseguirem o que querem, incapacidade de ficar só. Ela tem sempre um comportamento voltado a atrair atenção, prazer e sedução, com uma capacidade de mudar comportamentos em função do que esperam dela.

Pela própria natureza masculina, a mulher histriônica costuma ser excessivamente sedutora para os homens, encantando-os e apaixonando-os facilmente, logo no primeiro encontro. Quem se apaixona por uma histriônica, porém, deve preparar-se para virar um capacho, sempre à sua disposição, que aceita o inaceitável e torna-se uma fonte inesgotável de coisas materiais e facilidades, já que são ávidas também por dinheiro, favores, status e popularidade.

Resultado de sua insegurança e imaturidade emocional, a mulher histriônica tem uma preocupação excessiva com sua aparência física e teme "ficar feia". Vive numa busca incessante de perfeição física que, de certa forma, acaba tornando-a fútil, pois é obcecada pela beleza. Gasta, desta forma, muita energia e dinheiro com tudo o que leva à perfeição física. Com o seu dinheiro ou de alguém que se preste a bancar, recorre a tratamentos e cirurgias estéticas, atividade física constante, roupas, sapatos, cosméticos, tudo de forma exagerada e doentia, que transcende aquilo que uma mulher normal faria por asseio e cuidados saudáveis.

Com o intuito desesperado de despertar desejo, fazem de tudo para impressionar. Normalmente não se preocupam em impressionar pela intelectualidade, mostrando-se fúteis, banais e desculpando a falta de intelectualidade de forma quase infantil, o que pode ser perigosamente sedutor para alguns homens, que verão nesse comportamento fragilidade e necessidade de protegê-la. Armadilha letal.

Essa mulher tem como passatempo predileto provocar sensualmente, a fim de atrair o maior número de olhares possíveis para si. Camufla por trás desse comportamento chamativo ou provocante, a necessidade de se sentir amada.

Porque a sensualidade é um ponto muito explorado por ela, facilmente entra em jogos de sedução, usa roupas provocantes (decotes, vestidos, roupas curtas e extremamente femininas) em variados contextos e, em muitos deles, inapropriados.

A histriônica pode seduzir não apenas homens pelos quais demonstra um interesse sexual ou romântico. Com frequência erotiza até relações não-sexuais com indivíduos de variados relacionamentos sociais tais como amigos ou profissionais médicos, dentistas, chefes de trabalho, mestre, professor e etc, tudo para conseguir um tratamento privilegiado ou obter uma vantagem qualquer, vez que o sentimento de merecimento nela é exacerbado.

É notável também que, pela exímia capacidade em "interpretar personagens", a histriônica podem representar papéis de desatenta, boba, ingênua, necessitada ou até portadora de doenças graves. É a "rainha do drama". Esta teatralidade tem o objetivo de manipular, usurpar, ser atendida ou apenas obter atenção.

Além de aparência, gestos, palavras e posturas extremamente eróticas, usam dramatizações e teatralidade, exagerando emoções pouco sentidas ou sequer vivenciadas. As emoções são sempre demonstradas de forma excessiva, tendendo sempre à intimidade exagerada, mesmo quando esta nem existe.

Homens doadores, sonhadores e idealistas são mais propensos a caírem na teia desta mulher. Mas as mudanças rápidas e superficiais na expressão das emoções podem levá-la a demonstrar grande paixão por seu parceiro, para imediatamente demonstrar desinteresse na relação, levando-o à raiva, confusão mental e frustração.

Por Lucy Rocha


Fraternos Abraços

27 de agosto de 2018

Ser Feliz



Você pode ter defeitos, ser ansioso, e viver alguma vez irritado, mas não esqueça que a sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode impedir que vá em declínio. Muitos lhe apreciam, lhe admiram e o amam. Gostaria que lembrasse que Ser Feliz não é ter um céu sem tempestade, uma estrada sem acidentes, trabalho sem cansaço, relações sem decepções.

Ser Feliz é achar a força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor na discórdia.

Ser Feliz não é só apreciar o sorriso, mas também refletir sobre a tristeza. Não é só celebrar os sucessos, mas aprender lições dos fracassos. Não é só sentir-se feliz com os aplausos, mas ser feliz no anonimato.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões, períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista para aqueles que conseguem viajar para dentro de si mesmo.

Ser feliz é parar de sentir-se vítima dos problemas e se tornar autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas conseguir achar um oásis no fundo da nossa alma. É agradecer a Deus por cada manhã, pelo milagre da vida.

Ser feliz, não é ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si. É ter coragem de ouvir um "não". É sentir-se seguro ao receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, mimar os pais, viver momentos poéticos com os amigos, mesmo quando nos magoam.

Ser feliz é deixar viver a criatura que vive em cada um de nós, livre, alegre e simples. É ter maturidade para poder dizer: "errei". É ter a coragem de dizer:"perdão". É ter a sensibilidade para dizer: "eu preciso de você". É ter a capacidade de dizer: "te amo". Que a tua vida se torne um jardim de oportunidades para ser feliz... Que nas suas primaveras seja amante da alegria. Que nos seus invernos seja amante da sabedoria. E que quando errar , recomece tudo do início. Pois somente assim será apaixonado pela vida.

Descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Utilizar as perdas para treinar a paciência. Usar os erros para esculpir a serenidade. Utilizar a dor para lapidar o prazer. Utilizar os obstáculos para abrir janelas de inteligência. Nunca desista.... Nunca renuncie às pessoas que lhes ama. Nunca renuncie à felicidade, pois a vida é um espetáculo incrível.

Por Augusto Cury

Amor, Luz e Paz

24 de agosto de 2018

Falta de crença em si mesmo

Ninguém alcança nada na vida sem acreditar que possa alcançar. 

O primeiro passo, para tudo na vida, é vencer a maior barreira que jamais poderá existir na sua vida: a falta de crença em si mesmo. 
O quanto você acredita ser capaz de transformar seus sonhos em realidade? 

Se você quer muito alguma coisa, e quer há muito tempo, mas ainda não conseguiu, preste bastante atenção: você quer por inteiro? 
Qual parte, dentro de você, duvida da possibilidade que esta coisa venha até você? 

Visite suas profundezas e reconheça, se possível, todos os eventuais medos, receios, inseguranças, resistências, dúvidas, crenças e qualquer valor que te coloque em qualquer outro lugar que não seja exatamente onde você deseja estar. 

Eu tenho visto, dia após dia, pessoas conquistando seus sonhos ou então desistindo deles; como expectadora das batalhas alheias eu digo que o maior inimigo que existe NO MUNDO é o que existe dentro de você e duvida, a cada segundo, que o que você está fazendo vá dar certo.

Se você ainda não conquistou algo que diz querer muito há muito tempo, só existem duas possibilidades: o tempo que as coisas levam por si só, ou o tempo que você ainda vai levar para perceber qual parte de você duvida de seu próprio potencial e não permite que a vida siga seu fluxo, fluindo como um rio em direção ao oceano de abundância que o Universo tem a nos oferecer.

Por Flávia Melissa
Fraternos Abraços

22 de agosto de 2018

Por que Freud é o Pai da Psicanálise?


Sigismund Schlomo Freud, foi um austríaco que viveu entre 1856 e 1939. Médico Neurologista por formação, Freud foi muito além da medicina de sua época, e fundou um novo método para o tratamento da Psicopatologia, baseado em uma relação dialógica entre paciente e médico (psicanalista). O Pai da Psicanálise, considerou como objetos para investigação científica, aspectos da mente como os sonhos, esquecimentos, lapsos de fala, fantasias e o inconsciente.

Depois de trabalhar com Jean Charcot, famoso por tratar histeria por meio da hipnose, Freud passa a utilizar a sugestão hipnótica como principal ferramenta no atendimento clínico. Posteriormente, também vai utilizar o método Catártico, apresentado em Estudos sobre a Histeria – trabalho em conjunto com Josef Breuer. Porém, Freud logo abandona a hipnose e modifica o método Catártico.

A Terapia Psicanalítica, passa a ter como método a associação livre, ou seja, deixar com que o paciente fale livremente sobre o que vem à mente, mas certas ideias encontram barreiras para isso. As descobertas dos mecanismos de repressão e resistência e do inconsciente, foram decisivas para modificar o trabalho Terapêutico e para que Freud alterasse o nome do método de investigação e cura de catártico para Psicanálise.

Freud é considerado o Pai da Psicanálise, que é uma das várias formas de Psicoterapia.

O Pai da Psicanálise gerou muitos conceitos e ideias dentro de sua teoria.

Referências:

Freud, Sigmund. (1905 (1904)) Sobre a Psicoterapia.

In: Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. Vol. VII. Rio de Janeiro: Imago, 1989.

Freud, Sigmund. (1904 (1903)) O método psicanalítico de Freud.

In: Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud: edição standard brasileira. Vol. VII. Rio de Janeiro: Imago, 1989.

Saudações

21 de agosto de 2018

Afastar-se de pessoas conflitivas melhora a saúde e a alma


Sério, afastar-se de conflitos aumenta a nossa saúde física e emocional. Algumas pessoas nos cansam, nos sugam energia e aniquilam nossa capacidade de reação. Elas são verdadeiras destruidoras da nossa saúde e paz interior, adoecem nossa capacidade emocional e distorcem nossas sensibilidades.

A verdade é que ao longo do tempo, passamos a desconhecer muitas pessoas que pensávamos conhecer, e percebemos que vivemos sujeitos às suas exigências, sua conversa, seu comportamento e, especialmente, suas emoções tóxicas.

Essas pessoas não sabem como respeitar e considerar os outros, e os utilizam como marionetes de seu mau caráter e alvos de conflitos externos e internos. Elas não vivem e deixam viver e, portanto, impedem o desenvolvimento e crescimento pessoal dos que as rodeiam.

“Podem fazer isso de forma consciente ou não, mas é evidente que nos afogam e intoxicam, nos fazendo sentirmos vulneráveis, que fiquemos com raiva facilmente ou que desejemos fugir e abandonar tudo.”

Obviamente, embora fosse mais adequado, nem sempre podemos nos afastar fisicamente destas pessoas, pois podem ser da família ou colegas. No entanto, se tivermos a possibilidade de tomar distância física, é a medida mais adequada para cuidarmos de nossa saúde.
No entanto, podendo ou não fazê-lo, o importante é conseguir um distanciamento emocional. Então, o melhor a fazer é começarmos a ter a força para nos mantermos fora de sua capacidade de ação, não permitindo influenciem nosso comportamento.

Como podemos nos distanciar emocionalmente de alguém que nos fere?Se tem alguém em sua vida que te machuca, você pode jogar com a vantagem da antecipação, porque sabe que suas reações ou intenções se tornarão mais previsíveis.

A este respeito, deve-se enfatizar o que mencionamos acima, talvez as pessoas ao nosso redor não queiram criar mau ambiente, mas não sabem se relacionar com o meio ambiente de outra forma.
Ou seja, pare de dar importância ao que essas pessoas fazem e focar-se nos problemas que estão te criando, assim terá mais oportunidades de crescimento e parará de minar sua força e autoestima.

Por estas razões, temos que jogar com as expectativas. Esperamos tanto dos outros que somos incapazes de aceitar a realidade como ela é. Isto gera desapontamentos e desilusões, alimentando uma atmosfera na qual é muito difícil respirar.

“Manter perspectiva nos ajudará a alcançar certa indiferença e desceremos dessa montanha-russa emocional, nos separando de nossas preocupações e liberando nossas inseguranças e reações desproporcionais.

A ideia é iluminar nossas mentes e expor nossos pensamentos e emoções sem medo das consequências, quando chegar a hora. Isto terá um resultado tão rápido e direto quanto satisfatório: nossos problemas irão diminuir e poderemos viver em paz.”

Quando nos afastamos da dor, nos aproximamos da felicidade. Afaste-se do medo e aproxime-se da indiferença. Não se machuque tentando manter uma boa impressão sobre os outros ou pensando que sempre têm boas intenções.

Dizem que quando alguém tem a intenção de prejudicar-nos, o melhor desprezo que podemos fazer é não dar apreciação; ou seja, não deixar que minem a nossa autoestima e ignorar as mensagens negativas.
Ambientes tóxicos e conflitantes têm uma capacidade de contágio devastadora para a nossa saúde. Quanto mais tomarmos distância mais emocional deles, melhor nos sentiremos.

“A vida é muito curta para viver em angústia. Assim, ame as pessoas que te tratam bem e distancie-se daquelas que não o fazem. Sem arrependimentos.”

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Traduzido pela equipe de O Segredo
Fonte: La Mente es Maravillosa
(http://thesecret.tv.br)


Fraternos Abraços

17 de agosto de 2018

Sofrimento Emocional



"A verdadeira força é aquela que exercemos sobre nós mesmos."


Preocupação não é solução. Só gera confusão.

As boas idéias só aparecem nos momentos em que estamos calmos, harmonizados. Temos que ter serenidade, enfrentar nossos problemas com coragem, quando não conseguimos, quando estamos sob pressão, fugimos, depois ficamos arrasados, nos culpando, nos sentindo fracos.

O medo é um sentimento doloroso. Por trás dele há sempre uma MANEIRA INADEQUADA de ver as coisas. Há o medo real, quando nos defrontamos com uma situação que coloca em risco nossa segurança física, e há os imaginários. 

Estes são em maior número, mas muito mais fáceis de serem vencidos. Surpreendidos por um fato desagradável ficamos paralisados, não reagimos na hora, só muito tempo depois (ou reagimos por impulsos nervosos, o que gera mais confusão), e então perdemos a coragem para nos posicionar.

Nessa hora nos sentimos fracos, irritados com nós mesmo. Fugimos do problema, mas não conseguimos esquecê-lo, nos sentimos sufocados, pensamos em fazer alguma coisa para nos sentir melhor, mas acabamos não resolvend
o nada, vindo o mal humor mediante a própria impotência.

A infelicidade do ser humano é causado por sua incapacidade de ORIENTAR-SE, deixando-se conduzir pelas ILUSÕES, pagando por isso o preço da dor.

A maneira de enxergar a vida é fundamental porque influi nas ATITUDES e ESCOLHAS, programando os resultados que terão no futuro. Se a pessoa descobrir a finalidade da vida, se puder descobrir conhecer os verdadeiros valores, certamente MUDARIAM suas ATITUDES e EVITARIAM muitos sofrimentos.

A vida cria desafios todos os dias para que a "ALMA" conquiste MATURIDADE.

As dores do crescimento são invitáveis. Entretanto, elas são insignificantes diante do volume de sofrimento que a pessoa cria por não saber como a vida funciona.

O medo do desconhecido pertúba, trás insegurança,... Isso torna a pessoa depressiva e infeliz.

O amadurecimento trás segurança, conquista da serenidade INTERIOR.

Não se iluda com as aparências. As pessoas entram no convencional, vivem papéis, e isso não SATIFAZ. Por dentro estão DESEJANDO o melhor, o mais VERDADEIRO para serem FELIZES.

A MAIOR PARTE DE NOSSOS SOFRIMENTOS DERIVA DE INSISTÊNCIAS TOLAS QUE FAZEMOS

Declarar-se enfermo psíquico não é vergonhoso, ao contrário, é um ato HERÓICO de AMOR PRÓPRIO !!!

Procure manter uma postura REFLEXIVA diante dos fatos da vida. Visando o EQUILÍBRIO EMOCIONAL e AUTOCONHECIMENTO.

Psicanálise 
Uma terapia PARA ALMA, CORPO e MENTE

"Devolver uma pessoa a ela mesma, 
é ensinar-lhe um jeito de expulsar o que é ruim 
e ajudá-la a cultivar aquilo que é bom."

Pd. Fábio Melo

Fraternais Abraços

13 de agosto de 2018

O ingrato e o seu oposto

O ingrato tortura-se e aflige-se a si mesmo; odeia os benefícios que recebe por ter de retribuí-los, procura reduzir a sua importância e, pelo contrário, agigantar enormemente as ofensas que lhe foram causadas. 

Há alguém mais miserável do que um homem que se esquece dos benefícios para só se lembrar das ofensas? 

A sabedoria, pelo contrário, valoriza todos os benefícios, fixa-se na sua consideração, compraz-se em recordá-los continuamente. 

Os maus só têm um momento de prazer, e mesmo esse breve: o instante em que recebem o benefício; o sábio, pelo seu lado, extrai do benefício recebido uma satisfação grande e perene. 

O que lhe dá prazer não é o momento de receber, mas sim o fato de ter recebido o benefício; isto é para ele algo de imortal, de permanente. 

O sábio não tem senão desprezo por aquilo que o lesou; tudo isso ele esquece, não por incúria, mas voluntariamente. 

Não interpreta tudo pelo pior, não procura descobrir o culpado do que lhe sucedeu, preferindo atribuir os erros dos homens à fortuna.

Não atribui más intenções às palavras ou aos olhares dos outros, antes procura dar do que lhe fazem uma interpretação benevolente. 


Prefere lembrar-se do bem que lhe fizeram, e não do mal; tanto quanto pode, guarda na memória os benefícios precedentes e não muda de disposição para com aqueles a quem deve algum favor a não ser que as suas más ações sejam de longe mais graves, numa desproporção evidente mesmo a quem não a quer ver; e até neste caso o sábio terá por eles, depois de uma considerável ofensa, sentimentos idênticos aos que tinha antes do favor recebido. 

Na realidade, mesmo quando a ofensa é equivalente ao benefício, permanece na nossa alma um certo sentido de benevolência.

Sêneca, in 'Cartas a Lucílio'






Saudações

9 de agosto de 2018

Crescer...



Crescer é, Ser cada dia um pouco mais nós mesmos…


Dar espontaneamente sem cobrar inconscientemente…

Aprender a ser feliz de dentro para fora…


Buscar no próximo um meio de nos prolongarmos… 

Sentir a vida na natureza…

Entender a morte como natural da vida…

Conseguir a calma na hora do caos…

Ter sempre uma arma para lutar e uma razão para ir em frente…

Saber a hora exata de parar e buscar um algo novo…

Não devanear sobre o passado, mas trabalhar em cima dele para o futuro…

Reconhecer nossos erros e valorizar nossas virtudes…

Conseguir a liberdade com equilíbrio para não sermos libertinos…

Exigir dos outros, apenas o que nós damos a eles…

Realizar sempre algo edificante…

Ser responsável por nossos atos e por suas consequências…

Entender que temos o espaço de uma vida inteira para crescer…

Nos amarmos para que possamos amar os outros como nós mesmos…

Assumir que nunca seremos grandes, mas que o importante é estar sempre em crescimento.

Amor, Luz e Paz

2 de agosto de 2018

Escravidão mental



ESCRAVIDÃO MENTAL, 

PIOR DO QUE A ESCRAVIDÃO FÍSICA



Que peso insuportável o da responsabilidade, o da necessidade de trabalhar para o sustento de outrem. Quão humilhante o posicionamento de indivíduos que se sentem na necessidade de sujeitar a pressão do que é preciso fazer, quando fazer e a que custo. 

Escravidão mental, essa é a pior do que a escravidão física pela simples razão de ser abstrata. A escravidão física é explícita, o opressor utiliza de todos os meios para manter o homem preso a ela, o opressor se disfarça com falatórios de ideais, amor, fé, liberdade, ele mesmo se faz mentor espiritual, intelectual e governamental.

A escravidão mental de indivíduos que não tem outros horizontes, metas definidas, objetivos de vida. Quem escraviza aprisiona a criatividade, a autonomia de pessoas que simplesmente necessitam de empregos que não atendem ao seu perfil comportamental, que não trazem satisfação, que não os deixam felizes, que os comandam, que os ilude com palavras e até mesmo atitudes que os confundem com amor, com carinho, com segurança.

O medo de perder seus empregos, de perder um relacionamento, de não alcançar o sucesso, a realização pessoal os tornam presas indefesas e muito vulneráveis a quem escraviza. Somos assombrados pelos insucessos, pelas perdas, pelas ações das cobranças. Tudo muito incerto, muito vago. Muitos barulhos são causados pelas intransigências, por não confiar em outras pessoas, não esperar as condições e limitações do outro. Subordinação, na grande maioria humilha, rebaixa, desestabiliza, entorpece a alma do outro. 

Quem oprime nossa liberdade vive perto de nós, criando a cada dia que passa novos métodos para nos manter mentalmente escravizados. Quem escraviza a mente agem na sombra e se utilizam de chavões como liberdade, amor, igualdade, fraternidade e caridade para insuflar os ingênuos contra aqueles que pensam. Se os indivíduos analisassem melhor o termo caridade, iriam perceber que muitas vezes é uma forma de mascarar uma falsa liberdade. Até por que se fossemos todos iguais não precisaria existir a caridade.


Os que escravizam estão infiltrados nas escolas, nas universidades, nos legislativos, no judiciário, nas instituições de todos os governos, eles escravizam o indivíduo através da cultura do medo, da divisão e da crença. Os que escravizam odeiam os rebeldes, os questionadores e os pensadores. Inventaram o dinheiro e irão usar todas as estratégias de domínio para continuar a sugar as ideias que buscam a defesa do homem, da cultura humana e da sua liberdade de decisão.

Uma das formas utilizadas por quem escraviza é de jogar os homens uns contra os outros, acionando mentiras das mais diversas de tal modo que a destruição seja plena e que eles possam aparecer como os salvadores da pátria, posando de bons samaritanos, defendendo a ideia de leis igualitárias e de uma bondade realista.

Precisamos nos cuidar mais, nos auto conhecer, nos auto desenvolver e nos livrar o quanto antes dessa escravidão tão perversa e maléfica. Permita-se ser um indivíduo livre e de autonomia. Trabalhe a sua saúde mental... Façam boas leituras, ouçam boas músicas, aquietem os seus pensamentos de vez em quando, tenha pensamentos positivos e estude, façam cursos, assistam palestras... Não aceite suas condições da forma que está, queira sempre se melhorar.


“Liberte-se da escravidão mental, 
ninguém além de nós, 
pode libertar nossas mentes."
Bob Marley

Fraternais Abraços

30 de julho de 2018

5 coisas que fazem com que os outros não gostem de nós


Podem ser defeito ou podem ser feitio. A única certeza que a ciência nos dá é a de que estas 5 coisas podem gerar uma impressão negativa de nós próprios ao olhar dos outros

Quem nunca conheceu alguém que aparentava ser "desprezível", mas que na verdade era muito boa pessoa? A primeira impressão é fundamental para a imagem mental que construímos dos outros. E mesmo que tenha conseguido usar esse décimo de segundo a seu favor, os comportamentos procedentes, conscientes ou não, também afetam a noção que os outros têm de si.

Se a sua boa imagem estiver em cheque, assegure-se de que não faz nenhuma destas 5 coisas:

PARTILHAR DEMASIADAS FOTOGRAFIAS NAS REDES SOCIAIS

Publicar demasiadas fotografias online pode alienar aqueles que o rodeiam, segundo um estudo que observou mais de 500 utilizadores de Facebook. Partilhar muitas fotografias de família pode afastar os seus amigos, assim como publicar muitas fotografias com amigos pode alienar membros da família. O truque é guardar umas quantas fotografias só para si.

SER "GABAROLAS"

Não se gabe de conhecer pessoas famosas ou influentes, para dar aquele ar de "importância". Segundo a ciência, isso não resulta. Um estudo revelou que quanto mais uma pessoa frisa a sua associação a alguém famoso, menos bem visto é pelos demais.

Nesta experiência, foi pedido a um grupo de pessoas que enviassem emails a um colega, em que se gabavam da sua relação (fictícia) com o tenista Roger Federer. Os resultados demonstraram que quanto mais os participantes se gabavam, menos apreciados eram pelos colegas –que achavam os emails manipulativos.

ESCONDER AS FRAQUEZAS

Admita os seus pontos menos fortes. Em entrevistas de emprego, quando questionadas sobre as suas fraquezas, a maioria das pessoas tende a amenizar a resposta dizendo que peca por "trabalhar demais" ou "preocupar-se demasiado".

Um estudo de Harvard diz que este tipo de respostas afeta negativamente as hipóteses que tem de ser contratado. Opte por apresentar um ponto fraco real, sem rodeios.

ESCONDER AS EMOÇÕES

Foram mostrados dois vídeos a um grupo de estudantes, nos quais um ator reagia a cenas cômicas e tristes. Num dos vídeos, o ator foi instruído a reagir emocionalmente ao conteúdo, no outro foi incentivado a não mostrar qualquer emoção. Os estudantes demonstraram uma empatia muito maior pelo ator emotivo.

NÃO SORRIR

Uma equipe de investigadores apresentou fotografias de modelos em diferentes poses a um grupo de 100 alunos. A investigação concluiu que, independentemente da pose dos modelos, os participantes classificavam aqueles que sorriam como mais atrativos.

Um outro estudo concluiu que sorrir torna uma pessoa mais memorável, quando conhece alguém pela primeira vez.

Se não concordar que estas cinco ações têm efeitos negativos, tente apenas não ser desagradável para com os outros – algo que, só por si, também deve ajudar...

Fraternos Abraços

20 de julho de 2018

Crenças Limitantes e Crenças Possibilitadoras


COM QUAIS DELAS VOCÊ PREFERE VIVER?

"Não tenho mais idade pra isso." "Sou muito novo(a) pra isso." "O mundo é injusto." "Meu tempo acabou." "Homem/Mulher não presta." "Os outros são melhores do que eu." "Não sou bom/boa o suficiente pra isso." "Quem sou eu pra querer isso?" "Isso não é pra mim." "Não vou conseguir nunca." "Não vale a pena tentar."

A maioria destes pensamentos aí de cima são,na verdade,algumas crenças que acabamos criando a nosso respeito e a respeito da vida,muitas vezes baseadas em julgamentos precipitados/parciais,e que acabam limitando o que fazemos,limitando as nossas ações,limitando a nossa iniciativa,limitando o nosso aprendizado,limitando as nossas possibilidades.

E o que acontece,é que muitas vezes nem nos damos conta disso.Acabamos simplesmente repetindo e vivendo em função de uma crença limitante durante muito tempo,como se ela fosse verdade,sem nos darmos conta de que temos potencial e condições para muito mais,ou que,simplesmente,o mundo não funciona apenas daquela maneira que a nossa crença diz que ele funciona.

Você já reparou que muitas pessoas acreditam em coisas diferentes e conseguem resultados diferentes por causa disso?
Experimente se fazer as perguntas abaixo e procure perceber de que forma suas crenças estão ajudando ou limitando você.

• No que acreditar,no que eu acredito hoje está AJUDANDO minha vida? [Seja específico(a)]
• Existe alguma crença hoje que esteja LIMITANDO minha vida?Qual?
• Essa crença é a única possível ou existiriam outras crenças (formas de ver) possíveis?Quais seriam?
• O que eu faria de diferente se acreditasse em outra coisa?
• No que eu precisaria acreditar para fazer mais aquilo que eu realmente quero fazer?
• Como eu ajo quando minhas crenças sobre a vida são possibilitadoras?(Que tipo de pessoa eu sou quando isso acontece?)
Boas descobertas para você.

Por Maurício Gaetani

Fraternos Abraços