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2 de setembro de 2017

A primeira teoria freudiana das pulsões e os seus quatro elementos


A palavra pulsão é a tradução da palavra alemã Trieb, mas não é a única tradução possível. Alguns tradutores preferem traduzir Trieb por instinto. Todavia, os tradutores partidários do termo pulsão replicam que Freud utiliza Instinkt quando pretende falar de um comportamento animal pré-formado, hereditário e característico de uma espécie. 


Conforme Freud, não existe a pulsão no singular, mas sim as pulsões, as quais são reunidas em dois grupos, a saber, as pulsões de autoconservação (ou pulsões do eu) e as pulsões sexuais. No tocante às pulsões sexuais ele diz que são inúmeras, surgem de diversas fontes orgânicas e operam a princípio independentemente umas das outras e sua finalidade é o prazer do órgão. As pulsões sexuais, a princípio, estribam-se nas pulsões de autoconservação e seguem, para encontrar um objeto. Observe-se que Freud nunca falou de apoio de uma pulsão sobre um instinto. O que ele assegura é de apoio de uma pulsão sexual sobre uma pulsão de autoconservação . 

Segundo Freud as pulsões são um processo dinâmico consistindo em um impulso que possui sua fonte numa excitação corporal localizada. Esse impulso move o aparelho psíquico, de maneira que seja realizado um comportamento visando descarregar a tensão existente ao nível da fonte corporal. Portanto, a descarga constitui a finalidade da pulsão. Escreve Freud no segundo capítulo de sua obra Esboço de psicanálise sobre as pulsões (termo este traduzido por instintos pelo tradutor): “As forças que presumimos existir por detrás das tensões causadas pelas necessidades do id são chamadas instintos. Representam as exigências somáticas que são feitas à mente. Embora sejam a suprema causa de toda a atividade, elas são de natureza conservadora; o estado, seja qual for, que um organismo atingiu dá origem a uma tendência a restabelecer este estado assim que ele é abandonado."

Na sua obra Pulsões e Destinos das Pulsões, de 1915 Freud expõe de maneira sistemática esta sua primeira teoria das pulsões. Define a pulsão como um conceito de fronteira entre o psíquico e o somático. Conceito fronteiriço quer dizer simplesmente que se trata de uma estimulação que vem do somático e atinge o psíquico, atravessando, portanto a fronteira entre o soma e o aparelho psíquico. 

Sigmund Freud afirmou que as pulsões possuem quatro elementos: a pressão, o alvo, o objeto e a fonte. A pressão é uma energia potencial, algo latente à pulsão, que exerce sua força e é de fato, a sua essência. É mediante esta energia potencial que o aparato psíquico se movimenta. Tal energia potencial impulsiona a psique. Esta energia flui constantemente, é um potencial energético sempre presente e insaciável, por não estar a serviço de nenhuma função biológica, como a fome ou a sede. 

O alvo da pulsão é sua satisfação completa, a qual segundo Freud jamais será satisfeita. O máximo que o organismo e a psique podem atingir é uma satisfação parcial da pulsão através de sua descarga por objetos.O objeto da pulsão pode ser qualquer coisa que permita a descarga parcial da mesma, pois o objeto da pulsão depende da fantasia e do desejo do indivíduo. O objeto da pulsão é aquilo junto a que, ou através de que, a pulsão pode atingir seu alvo. O objeto é variável, e não está intrinsecamente ligado à pulsão. O objeto está ligado à pulsão em consequência de sua potencialidade para tornar possível a satisfação.


A variabilidade e contingência dos objetos e alvos das pulsões, por excelência em relação às pulsões sexuais, são cruciais para diferenciar a concepção freudiana da pulsão de outras concepções relacionadas ao conceito de instinto.Finalmente, a fonte da pulsão é o interior do corpo. Com efeito, a pulsão esta numa posição intermediária entre o corpo e a psique. Freud, em sua obra Pulsões e destinos das pulsões faz a distinção entre pulsões sexuais e pulsões do eu, como já enfatizado. Todavia na sua obra Além do princípio de prazer de 1920, Freud postula a existência de uma pulsão de morte contra a qual a pulsão de vida atuaria. Escreve Freud : “Depois de muito hesitar e vacilar, decidimos presumir a existência de apenas dois instintos básicos (pulsões), Eros e o instinto destrutivo... no caso do instinto destrutivo, podemos supor que seu objetivo final é levar o que é vivo a um estado inorgânico.”


BIBLIOGRAFIA

BRABANT, Georges Philippe. Chaves da psicanálise. Zahar Editores. Rio de janeiro:1973.

FREUD, Sigmund. Além do princípio de prazer. Edição Standard brasileira. Editora Imago. Rio de Janeiro: 2006.

FREUD, Sigmund. Esboço de psicanálise. Editora Imago. Rio de Janeiro: 2001.

Abraços Fraternais

1 de setembro de 2017

Sublimação e arte

Essas três instâncias administram a rede de pulsões de satisfações sexuais e de morte, que coexistem em todos os seres humanos. Os critérios de cada um para lidar com elas obedecem às necessidades de autoconservação, de prevenção do sofrimento e de maximização do prazer. A complexidade do processo leva à inibição ou à repressão de instintos. Um dos resultados desse processo é a sublimação, que conduz à produção cultural por uma atividade psíquica de reelaboração da pulsão do prazer. 

Essas constatações fizeram Freud concluir que não haveria civilização sem repressão. Mas, para ele, a escola poderia direcioná-la para o lado bom: a sublimação que leva à produção artística. "Porém, como todo processo psíquico, esse mecanismo é inconsciente e não pode ser conduzido por uma programação feita pela escola", explica De Lajonquière.

Há pelo menos uma observação feita por Freud aos pais que vale para os educadores: "Nós nos preocupamos demais com os sintomas e muito pouco com o lugar do qual provêm. E quando criamos os filhos queremos simplesmente ser deixados em paz, queremos uma 'criança modelo' sem nos perguntarmos se isso é bom ou ruim para ela."

Saudações

15 de agosto de 2017

Repressão sexual


As pesquisas que Freud fez sobre linguagem se relacionam a um dos objetos de estudo da Psicanálise, o Inconsciente - região psíquica à qual a pessoa não tem acesso voluntário, mas, que se manifesta em sonhos, atos falhos e sintomas de neuroses e psicoses. 

O conceito já era estudado por Jean Charcot (1825-1893), com quem Freud trabalhou. O jovem austríaco, porém, concluiu que os conflitos da mente tinham origem na sexualidade.

O cientista chegou a apostar que a escola desempenharia um papel revolucionário caso abolisse ou atenuasse a função sexualmente repressora que sempre exercera. Porém, com o tempo ele passou a ver as coisas de outro modo. Mas, advertiu que o sofrimento que a Educação infligia aos alunos ao lidar com pulsões e afetos sexuais poderia ser, de certa forma, atenuado. "A pedagogia sempre ignorou a sexualidade, que se manifesta queira a escola ou não".

Freud detectou uma ampla gama de impulsos operando dentro e fora da libido (energia sexual) do indivíduo desde o nascimento. O contato corporal com a mãe - sobretudo pela amamentação - a transforma no primeiro objeto amoroso do ser humano. A descoberta de conexões libidinais e mecanismos de percepção que emergem durante os primeiros anos de vida levou Freud a elaborar a teoria do complexo de Édipo - que não é doença, como sugere o uso deturpado da palavra "complexo", mas um processo universal ao qual todos estamos sujeitos.

Simplificadamente, ele refere-se ao desejo sexual dos meninos pela mãe e à rivalidade com o pai na disputa pelo amor materno. Na menina ocorreria um processo similar, também relacionado ao vínculo inicial com a mãe. Em ambos os casos, a superação dessa fase resultaria, entre outras coisas, no redirecionamento da libido e na internalização da autoridade paterna - etapa fundamental da formação do superego, uma das três partes do aparelho psíquico formador da personalidade, juntamente com o ego e o id.

O id é a parte primal da mente, que contém forças instintivas inacessíveis à consciência. Já o superego se forma juntando aspectos de censura e ideais construídos por influência dos pais, dos educadores e dos valores civilizacionais. E o ego representa a razão, a busca de controle e equilíbrio e a tentativa de defesa contra pulsões agressivas e auto-agressivas.

Fraternos Abraços

13 de agosto de 2017

Evolução Dupla De Iniciação Sexual



Este período precoce da vida sexual normalmente encontra um fim para o quinto ano de vida individual e é seguido por um período de mais ou menos completa de latência, durante o qual são estabelecidas restrições éticas como dispositivos de proteção, contra a complexa impulsos opcional Édipo. 


No período seguinte da puberdade, o complexo sofre uma Édipo avivamento no inconsciente e avança para as suas transformações subsequentes. Apenas o período da puberdade desenvolve instintos sexuais a intensidade total. 

Mas, tanto o sentido desta evolução, como todos disposto a ela inerentes, já são determinadas pelo filho anterior, florescimento precoce da sexualidade. 

Esta evolução em duas fases, interrompido pelo período de latência da função sexual, parece ser uma característica biológica da espécie humana e conter a condição da genese das neuroses.

Psicanálise e teoria da libido. S. Freud, 1923


Abraços Fraternais

9 de agosto de 2017

Psicoterapia X Baixa Autoestima


Abordagem Psicoterapêutica baseada em
 - Os quatro pilares da autoestima.

1.0: Autoaceitação: uma postura positiva com relação a si mesmo como pessoa. Inclui elementos como estar satisfeito e de acordo consigo mesmo, respeito a si próprio, ser "um consigo mesmo" e se sentir em casa no próprio corpo;

2.0: Autoconfiança: uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho. Inclui as convicções de saber e conseguir fazer alguma coisa, de fazelo bem, de conseguir alcançar alguma coisa, de suportar às dificuldades e de poder prescindir de algo;

3.0: Competência Social: é a experiência de ser capaz de fazer contatos. Inclui saber lidar com os outras pessoas, sentir-se capaz de lidar com situações difíceis, ter reações flexíveis, conseguir sentir a ressonância social dos próprios atos, saber regular a distância / proximidade com outras pessoas;

4.0: Rede Social: estar ligado em uma rede de relacionamentos positivos. Inclui uma relação satisfatória com o(a) parceiro(a) e com a família, ter amigos, poder contar com eles e estar à disposição deles, ser importante para outras pessoas.

Os dois primeiros pilares representam a dimensão intrapessoal da Autoestima, os dois outros sua dimensão interpessoal.

O tratamento consiste em diferentes exercícios que têm por fim capacitar a pessoa a realizar cada um desses passos dos diferentes pilares.

O primeiro pilar é um trabalho preparatório dedicado à formação do Amor Próprio ou Cuidado Consigo mesmo. Que se desenvolve em três passos:

1.0.: tornar-se atento e consciente das próprias emoções, sentimentos, sensações, necessidades corporais e psíquicas;

2.0.: relacionar-se respeitosamente e amorosamente consigo mesmo;

3.0.: cuidar de si.

fontes * F.Potreck-Rose * G.Jacob

(Em particular)*Junção Terapêutica (maior benefício/resposta):
Psicoterapia X Psicanálise X Terapia Holística (técnicas de relaxamento /diversas) X Aconselhamento Terapêutico.

Um tratamento para o Corpo, Mente e Espírito!!!
COISAS D'ALMA nosso eu interior!!!

Conhecer nossas capacidades e limitações, 
nossas emoções e necessidades 
e a forma como nos relacionamos, 
é essencial para que tenhamos saúde.

"O Essencial é Viver Bem Consigo Mesmo."

Amorosamente,
Fernanda Tomaz

8 de agosto de 2017

A Teoria Da Repressão


Razão do sexo. S. Freud, 1923

A reunião destes conhecimentos teóricos com as impressões imediatas do trabalho analítico, leva a uma concepção de neuroses, que expôs amplamente seria: as neuroses são expressões de conflito entre o eu e as tendências sexuais que o eu é incompatível com a sua integridade ou requisitos éticos. 


Ele tem reprimido essas tendências; isto é, ele retirou os seus interesses e fechado seu acesso à consciência e de descarga do motor levando a satisfação. Com o trabalho analítico, tentamos fazer com que esses impulsos inconscientes / consciente, eles nos fazem sentir como forças repressivas de resistência. 

Mas, a função de repressão falha com facilidade singular sobre instintos sexuais. Cuja libido represada é criado, a partir do inconsciente, outras exutórios, retirando-se para as fases evolutivas e objetos acima e aproveitando fixações infantis, isto é, os pontos fracos da evolução da libido, para ter acesso à consciência e obter referência. 

Assim, nasceu o que é um sintoma e, portanto, no fundo, uma satisfação substituta sexual; mas, nem o sintoma pode escapar completamente a influência das forças repressivas do auto e, consequentemente, tem de passar do sonho, bem como a alterações e mudanças que tornam a personagem irreconhecível de satisfação sexual. 

O sintoma recebe, assim, o carácter de um compromisso entre produto instintos sexuais reprimidos e os instintos de auto repressores uma realização de desejos simultânea para ambos os lados, mas, também para ambos igualmente incompleta. Tal acontece estritamente com os sintomas da histeria, enquanto em obsessiva parte neurose da agência de reprimir, administra expressão mais intensa através da formação de produtos de reação (garantias contra a satisfação sexual).

Psicanálise e teoria da libido. S. Freud, 1923

Abraços

6 de agosto de 2017

Destinos Psicanalíticos Posteriores


Na medida em que atinge a Psicanálise anterior avançou pelo meu trabalho pessoal, desenvolvido ao longo de uma década, durante a qual eu era o único Psicanalista. Em 1906, os psiquiatras suíços começaram, E. Bleuler e C G Jung a participar ativamente na Análise. 

Em 1907 foi realizada uma primeira reunião dos seus apoiantes em Salzburgo. E logo ele chegou e nossa ciência jovem a ser um foco de ambos os psiquiatras e do profano. As boas-vindas que a entrada na Alemanha, sempre autoridade ansioso era certamente nada glorioso para a ciência alemã e até mesmo mudou-se como partidário como Bleuler, frio para tomar vigorosamente a sua defesa.

Mas todas as condenações oficiais não foram suficientes para parar o crescimento interno e difusão externa da Psicanálise, que, ao longo dos dez anos seguintes, para além das fronteiras da Europa e tornou-se especialmente popular nos Estados Unidos, que contribuiu grandemente colaboração de J. Putnam (Boston), Ernest Jones (Toronto e Londres), Flournoy (Genebra), Ferenczi (Budapeste), Abraham (Berlim) e muitos outros. 

O declarou anátema sobre a Psicanálise, mudou seus seguidores a participar de uma organização internacional, que no ano em curso (1922), realizada em Berlim seu oitavo Congresso privada e hoje inclui grupos locais de Viena, Budapeste, Berlim, Holanda, Zurique, Londres, Nova York, Calcutá e Moscou. Nem a guerra interrompeu essa evolução. 

Em 1918-1919 Dr. Anton von Freund (Budapest) fundou a publicação Psychoanalytischer Internationaler Verlag, editora de livros e revistas dedicadas à Psicanálise. Foi criado em 1920 pelo Dr. Max Eitingon, o primeiro "Psicanalítica Policlínica" dedicada aos pobres tratamento de pacientes nervosos. Minhas traduções de grandes obras em francês, italiano e espanhol testemunharam para o despertar do interesse pela Psicanálise também no mundo romântico.

De 1911 a 1913 eles desviaram dois ramos da Psicanálise, claramente destinados a mitigar o que constituiu um obstáculo. Um, iniciada por C G Jung, tentando satisfazer aspirações éticas, despojado do complexo de Édipo de seu valor real, por meio de uma transmutação simbólica e negligenciada na prática a descoberta do período infantil esquecido, que poderíamos chamar de "pré-histórico" . 

O outro, cujo iniciador foi Alfred Adler, de Viena, apresentou vários fatores da Psicanálise com nomes diferentes (por exemplo, a repressão sexualizada como "protesto masculino"), mas, fôra dispensado com os instintos inconscientes e sexual e tentou se referir tanto o caráter e a evolução da neurose à vontade de poder, o que tenderia a parar por sobrecompensação os perigos nascidos de inferioridade orgânica. 

Nenhuma dessas filiais, construído como um sistema, tem de forma duradoura influenciado a evolução da Psicanálise; de Adler foi logo claro que não tinha nada a ver com a Psicanálise que queria para substituir.
Psicanálise e teoria da libido. S. Freud, 1923

Saudações

Narcisismo


Sua mais importante progresso teórico tem vindo a aplicar a teoria da libido / repressor. Ele veio para representar o mesmo que um depósito -chamado libido narcisista, que deixam um monte de objetos e libido que pode devolvê-los. 

Usando esta representação foi possível alcançar a análise do ego e conduzir diferenciação clínica de psiconeurose em neurose de transferência e distúrbios narcisista. 

No primeiro (histeria e neurose obsessivo) uma medida da libido, tendência para transferir para outros indivíduos, que a libido é usado para praticar o tratamento analítico disponível. 

Perturbações Narcisista (demência precoce, paranoia e melancolia) são caracterizados, no entanto, por retração de objetos de libido e são, portanto, acessível somente a terapia analítica. 

Esta falha terapêutica não impediu, no entanto, o ato análise sobre a compreensão mais profunda das doenças atribuídas a esta psicose.

Abraços Fraternais

3 de agosto de 2017

Raiva

A raiva também pode ser um estado de ESPÍRITO.

Para superar ataques de raiva, é necessário CONQUISTAR A PRÓPRIA MENTE.

Recorrer a exercícios e buscar ajuda holística, propicia Bem Estar.

Yoga, Reiki, Acupuntura e Terapia Corporal, proporcionam grandes benefícios;pois liberam endorfinas do cérebro,substâncias conhecidas como hormônios da felicidade.

Esta ajuda precisa ser praticada pelo menos três vezes na semana no início do tratamento (30 minutos), depois pode ser mais espaçada.

Quando sentir-se melhor com você mesmo, gradativamente irá superar esse sentimento doloroso do seu EU INTERIOR.

Estas endorfinas entram rápido na corrente sanguínea; assim propiciando o BOM HUMOR!

A frustração é um dos principais motivadores da raiva, e de acordo com a OMS * Organização Mundial da Saúde, desde de 1.971, a raiva passou a ser um problema social, tendo um crescimento de 70% na população em todo o mundo.

Pode tornar-se um problema crônico, resultando em violência verbal, violência doméstica e atos.

Procure apoio com um profissional da área Holística / Psicanalítica!
Profissional Capacitado para esses fins.

Amorosamente,
Fernanda Tomaz

25 de julho de 2017

Reflexão


Aquele que não aceita parar é sinal que não aceita olhar-se.

Se você não for capaz de assumir a responsabilidade de todos os seus atos, você ainda não é adulto.

Não aceite nunca viver o menor instante sem saber porquê você o está vivendo e sem ter decidido como você irá vivê-lo.

Refletir sobre a própria vida é tomar posse dela.

Enquanto você não tiver aceitado seus limites de verdade, nada poderá construir de sólido.

O autêntico humilde nada teme.

Não deseje viver a vida do outro; ela não está à sua altura.

Não se incomode com a opinião dos outros; saiba ser você mesmo.

Michel Quoist

Amor,Luz e Paz

24 de julho de 2017

Desenvolvendo Técnicas


Uma vez que o desenvolvimento da arte da interpretação foram satisfeito, a sede analítica para conhecimento, tornou-se o assunto de interesse para o problema, de que as formas mais adequadas de influenciar sobre o cliente poderia ser alcançado. 

Logo mostrou-se que a primeira tarefa deve ser o de ajudar o cliente a descobrir e, em seguida, trabalhar a resistência emergente durante o tratamento, que não tem princípio de consciência. 

Também foi descoberto simultaneamente que a parte do trabalho Terapêutico foi a superação dessas resistências e que era impossível sem alcançar uma modificação psíquica duradoura do cliente. 

Desde que o trabalho analítico é, portanto, orientado para a resistência do cliente, a técnica Analítica adquiriu sutileza e segurança.

Por isso, é permitido realizar tratamento Psicanalítico sem preparação analítica fundamental.

Fraternos Abraços

23 de julho de 2017

O Sábio / Iluminado Sigmund Freud


                                       Psicanálise Freudiana

Freud de fato foi um homem para além de seu tempo, só o livro,

“A Interpretação dos Sonhos” sofreu inúmeras reformulações, ele voltava atrás e revia, quando percebia que a coisa não era bem da forma como ele imaginava.

Entendo a Genialidade de Freud como da ordem da ousadia, ele não repetiu os jargões dos pré-freudianos que consistia em métodos atrelados a uma mudança de comportamento regada ao estilo pedagógico, ele deixou a sua marca, criou algo novo, percebeu o homem para além do sintoma, para além da doença, e é isso o “além” daquilo que aprendemos nos livros ou com a própria abordagem.

A técnica sem uma percepção intuitiva que não comunga a intimidade e a humanidade do outro, é só técnica, não podemos tratar só com a técnica, do lado de lá há uma humanidade que sofre, de uma demanda de amor, coisa que Freud pontuou de forma grandiosa.

Por Katiana Santiago

Sábias palavras da colega citada acima. Temos sonhos e desejos não realizados. Temos vivências, histórias para contar e sensibilidade sim; mas é certo que esbarramos nas dificuldades de expressar em palavras nossos pensamentos, sentimentos e experiências por diversos motivos.

O importante é viver o romance da vida intensamente, enxergar o mundo a nossa volta com os olhos da Alma, ver além do véu que embaça nosso olhar e mostrar com sinceridade nosso interior.

O Essencial é Ser feliz!

Freud é Magnífico…Foi Um Ser Além do Seu Tempo! Sou Apaixonada por ele. Sua Teoria é rica e muito bem elaborada, não há furos na Psicanálise, ela faz o tricô necessário na Alma adoecida, angustiada. De fato move elementos desconhecidos, recalcados em uma esfera interior.

Foi Sábio / Iluminado pelas pesquisas que fez 
no campo da Mente Humana!

Compreender a estrutura do comportamento não é fácil,
e como um Hábil Artista pintou seus ensinamentos com SABEDORIA.



Sigismund Schlomo Freud, 
mais conhecido, apenas, por Sigmund Freud 
(6 de maio de 1856 / 23 de setembro de 1939), 
nascido em Freiberg, Moravia, Áustria. 
Foi Neurologista e Fundador da Psicanálise.

Fernanda Tomaz
Abraços Fraternos

21 de julho de 2017

O que importa é a Psicanálise



"Ponham algo de si na psicanálise, 
não se identifiquem comigo. 
Tenham seu estilo próprio, 
pois eu tenho o meu."
Jacques Lacan

Theodor Reik, amigo de Sigmund Freud, foi acusado de charlatanismo por exercer a psicanálise sem ter diploma de medicina. Freud publicou então “A Questão da Análise Leiga”, no qual defende que qualquer pessoa que tenha feito uma formação psicanalítica, e tenha sido submetida a uma análise própria, é apto para exercer a psicanálise.

Na carta a Pfister, Freud acrescentou ainda: “Não sei se o senhor adivinhou a ligação secreta entre “A Questão da Análise Leiga” e “O Futuro de uma Ilusão” (obra em que Freud descreve a religião como a neurose obsessiva universal da humanidade). Na primeira, quero proteger a psicanálise dos médicos; na segunda, dos sacerdotes. Quero entregá-la a uma categoria de curas de alma seculares, que não necessitam ser médicos e não podem ser sacerdotes.”

Antonio Quinet ressalta que ensino da psicanálise deve ser pensado a partir da posição de sujeito dividido. Assim como o “analisante” que elabora o saber inconsciente em sua própria análise, o “ensinante” é um trabalhador cuja construção de saber é ordenada por aquilo que não sabe, mas interroga.

Portanto, na psicanálise não há um saber prévio a ser aplicado em todos os casos, é sempre um a um. Tampouco se transmite o ato psicanalítico, pois este é sempre uma criação particular, é impossível de ser generalizado e é muito mais vinculado à ética do que a técnica.

Como Jacques Lacan, em relação a transmissão da psicanálise, não acredito que ela possa ser ensinada apenas em um estudo sistemático, mas numa vivência clínica e multicultural, tão complexa quanto ser humano é. Não somos nossos comportamentos. Somos infinitamente mais que isso.

A maioria dos psicanalistas tornou-se conservadora por diversas razões. Os lacanianos não deveriam sê-lo, já que Lacan relançou o pensamento da rebelião, da contestação. A Internacional Freudiana tornou-se conservadora porque caiu na repetição do dogma.

“Eles não se renovaram, tornaram-se um movimento dogmático, centrado sobre a clínica e não sobre a reflexão a respeito da sociedade e do indivíduo. Além disso, cometeram o erro de dialogar demais com as ciências duras, ao crer que o debate sobre o cérebro e os neurônios era essencial”, descreve o pensamento da psicanalista Elizabeth Roudinesco.

Os psicanalistas brasileiros são ecléticos. Com isso se formou uma psicanálise pegando um pouquinho de Freud, um cadinho de Lacan, uma pitada de Jung, e por aí foi. Isso funciona porque questiona o dogmatismo. A desconstrução dogmática traz um novo olhar sobre a clínica.

O que está em jogo na análise por parte do analista é a capacidade em sustentar um lugar, algo que não é aprendido, mas impulsionado, se não pelo clássico tripé da formação do analista: a análise pessoal do aspirante a terapeuta, o ensino teórico e a supervisão clínica, aquilo que realmente importa: a psicanálise.

Por Roney Moraes (Psicanalista, Jornalista e Teólogo)

Fraternos Abraços

15 de julho de 2017

Citações de Psicanalistas


Antes de ser um
excelente profissional,
seja um bom ser humano.
Freud


Conheça todas as teorias, 
domine todas as técnicas, 
mas, ao tocar uma alma humana, 
seja apenas outra alma humana. 
Carl Gustav Jung


O Ser do homem não pode ser compreendido sem sua loucura, 
assim como não seria o ser do homem
 se não trouxesse em si a loucura 
como limite de sua liberdade. 
Jacques Lacan

Ser empático é ver o mundo com os olhos do outro 
e não ver o nosso mundo refletido nos olhos dele. 
Carl Rogers

É preciso atentar para o fato de que a fraqueza,
 o retraimento, a omissão,
 são tão agressivos quanto à manifestação 
aberta de agressividade. 

Ser roubado é tão agressivo quanto roubar. 

O suicídio é fundamentalmente igual ao assassinato. 

Donald Woods Winnicott

Saudações

8 de julho de 2017

O tempo em Psicanálise


O tempo transita em nosso pensamento na relação imaginária que estabelecemos com o mundo, convocando-nos a diversas questões e direcionando-nos na busca de um espaço de referência, seja no passado, no presente ou no futuro. Estamos bordeados por ideias quanto aos tempos da vida: tempo de crescer, tempo de brincar, tempo de trabalhar, tempo de casar, tempo de viajar, tempo de ser feliz, tempo do Natal, tempo de festa, tempo que passa rápido, lento, tempo, tempo, tempo...

Em contraposição a esta delimitação do tempo, há momentos que podemos nos deparar com uma perplexidade ao notar que muitas vezes atuamos, ou sentimos, como se não houvesse o passar do tempo. Quem já não se pegou tentando achar uma explicação para uma percepção aparentemente desconectada diante de um tempo transcorrido tal como: “Nossa, parece que foi ontem, e me sinto como se o tempo não tivesse passado”.

Ao procurarmos o significado da palavra tempo no dicionário, encontramos uma variedade imensa de significados e de sentidos figurados para usá-lo quando queremos falar não apenas da cronologia: “um lapso de tempo futuro ou passado”, mas também da meteorologia: “o tempo de chuva”, da astronomia: “o que decorre entre duas passagens consecutivas da Terra pelo mesmo ponto de sua órbita”, da gramática: “qual tempo verbal”, do direito: “o tempo de serviço”, da informática: “tempo de utilidade de um dispositivo”, da música: “1, 2, 3...”, dos esportes: “Cada um dos dois períodos em que se divide a partida de futebol”, da mecânica: “Quantidade de movimento de um corpo ou sistema de corpos”, e por ai podemos seguir adiante buscando mais e mais significados possíveis para esta palavra “tempo”.

Mas de qual tempo estamos falando em psicanálise?

Logo nas primeiras entrevistas com um psicanalista, são levantadas questões bem pontuais quanto ao tempo de tratamento ou ao tempo das sessões. No decorrer dos encontros, o analisando passa a trazer questões mais abrangentes. Fala dos variados tempos de sua vida, de seu tempo de criança, da adolescência, do tempo de escola ou da faculdade, do tempo que passa no trabalho, de suas dúvidas e preocupações com relação ao tempo que escorrega pelas mãos.

São falas que suplicam respostas capazes de delimitar, aprisionar, fixar o tempo em um ideal que seja capaz de aliviar suas angústias perante o desconhecimento que o transcurso do tempo causa. Diante destes ditos, o psicanalista direciona a sua escuta para o tempo do inconsciente, e, que tempo é este?

Freud, em suas proposições sobre o inconsciente, atribuiu algumas características a este, dentre elas, a atemporalidade. Para ele o tempo cronológico não existe na psique humana, apenas no biológico, sendo que neste estaríamos transitando em outros campos, como o da medicina, da biologia e até o da psicologia. Para a psicanálise, nossos afetos não estão regidos de acordo com o tempo do relógio ou do passar dos dias, mas sim de acordo com o aqui e agora de cada sujeito. Esta proposição contrapõe-se à idéia errônea que transita no senso comum de que a psicanálise trata de fatos passados, ou de profundezas, como se fossem coisas de um lugar distante, que o tempo tivesse levado embora, apagado ou enterrado.

Lacan, em sua releitura freudiana, nos ensina que o tempo do inconsciente se constitui a cada sujeito. É o tempo lógico presente no instante de ver, no tempo de compreender e no momento de concluir, não tendo nada a ver com o tempo da cronologia. Como para ele não importava o tempo do relógio, suas sessões duravam o tempo suficiente para cada sujeito a cada sessão, inclusive, tendo sido este um dos motivos que o levou a ser expulso da Associação Internacional de Psicanálise (IPA), pois não concordava em seguir um tempo pré-estabelecido para as sessões.

Assim, a partir da atemporalidade do inconsciente que aponta para o tempo lógico e não o cronológico, a escuta psicanalítica direciona-se para o tempo presentificado e constituinte da fala do sujeito. Quanto às questões iniciais, não há como delimitar tempo da sessão ou do tratamento, eis que se define a cada um.

A preocupação com a cronologia dos tempos da vida é algo a ser escutado para um além dos fatos, visto que cada sujeito se constitui de forma particular, sempre a partir de seus próprios tempos que são simultâneos tão quanto sucessivos. Tempo que assim como nos sonhos, não tem inicio meio e fim, mas sim uma convivência de ideias, pensamentos ou imagens, independente de ordem. A ordenação de fatos é algo almejado para aliar a angustia diante do caos daquilo que não se sabe, mas é escutando este algo que não se sabe, sem buscar respostas ordenadas quanto ao tempo, que a psicanálise consegue, a partir da escuta do tempo do sujeito, propor uma mudança.


Por Márcia Camargo Lacerda

Fraternos Abraços

A Cura Pela Fala


Sigmund Freud, após anos de estudos e atuação na área médica, resolveu dedicar-se à estudar a mente humana e seu funcionamento, exercendo prática sobre assuntos ainda não trabalhados ou pouco elucidados pela medicina até então.

Com um percurso ímpar, fundamentado após anos de escuta de seus pacientes, Freud percebeu que no discurso, na fala do sujeito, encontra-se o principal e necessário para tratar a angústia. A descoberta Freudiana, o Inconsciente, é o marco diferencial fundamental entre a Psicanálise e as psicologias.

O trabalho de Freud foi resgatado por Jaques Lacan, que propôs um retorno aos ensinamentos Freudianos. A partir deste retorno à Freud, Lacan avançou e aprofundou a Psicanálise em teoria e em repertório de atuação na clínica.

Distanciando-se de uma medicação da angústia ao silêncio, a Psicanálise dá voz à angústia, propõe seu trabalho no campo da fala, campo no qual o homem foi forjado e constituído, na palavra, na cultura.

​Inúmeros acontecimentos são impostos na vida de uma pessoa, porém o sujeito tem papel ativo em grande parte das situações que se coloca constantemente, é aquele que tem papel ativo na sua vida, e a Psicanálise vem para acordá-lo para seus próprios gostos, atitudes e decisões.

​O trabalho em Psicanálise ocorre através da associação livre, o sujeito deve falar livremente, discorrer sobre todo assunto que lhe vier à mente, sem censura. Cabe ao analista, com a escuta treinada, apontar e pontuar pequenos fragmentos que vão se destacando no decorrer do discurso.

​A análise visa transformação, provocar uma mudança no analisante, mudança perante ao que se queixa. Visa abandonar a repetição dos erros e das situações frustrantes as quais insiste em se colocar, e lançá-lo ao encontro de seu desejo, fazer valer a sua vida.

16 de junho de 2017

Quem manipula não ama


Manipular uma pessoa corresponde ao ato de se valer de sua ingenuidade e instigar nela sentimentos de culpa com o intuito de levar vantagem.

Manipular o parceiro amoroso implica se valer do poder que deriva do fato de ser amado com o intuito de obter benefícios pessoais indevidos.
Quem manipula é ciente do que faz e não sente culpa alguma ao se valer dos sentimentos do parceiro para alcançar seus objetivos individuais.

Uma forma óbvia de manipulação é a chantagem sentimental: ameaçar ou provocar pena e culpa faz o que ama dizer SIM quando queria dizer NÃO.

Quem ama de verdade costuma sentir muito medo da ruptura do elo. Torna-se presa fácil de um parceiro que use sua “fraqueza” para manipulá-lo.

Quem manipula não ama. Quem ama faz o oposto com o que sabe acerca das fraquezas do parceiro: toma todo o cuidado para jamais se valer delas.

Por Flávio Gikovate

Abraços Fraternais

As Decisões




As decisões são sempre suas!


E as dificuldades de tomá-las também!

Mas é você quem deve estar no controle!
Nunca esqueça que o verdadeiro poder de tomar decisão é sempre seu.
É um instrumento que você pode usar a qualquer momento.
Inclusive você pode começar a mudar a sua existência neste exato momento!
Se não há ação, então você não decidiu nada!


Não se engane mais, viu?


Empenhe-se pra valer.

Porque uma decisão tem que ser verdadeira.


Não demore a vida toda para fazer o que você sabe que precisa ser feito.
Lembre-se que as pessoas mais bem sucedidas são aquelas que tomam decisões depressa!

Tem gente que toma suas decisões devagar e mudam de ideia depressa, pulando de lá pra cá e daqui pra lá. Já que tem sempre que decidir, decida!

Pare de embarrigar e empurrar pra depois o que você já sabe o que precisa!

 Já que tem que tomar injeção, tome logo!

Habitue-se a tomar decisões com frequência!
Quanto mais decisões você tomar, melhores elas serão.
É treinamento!
Libere já o seu poder, tomando aquela decisão que você vem adiando. Toa!


Desbloqueie-se!

Mas, aprenda sempre com a suas decisões.
Faça sempre o que há de melhor para aquele momento!
Aí está o segredo!
Nunca mais você vai errar porque fez o que tinha de melhor naquela hora, certo?

E ao comprometer-se com as suas decisões, seja flexível, tá!
Uma vez que decidiu, mãos à obra!
E não permita que nada e ninguém determinem como você vai agir.
Chega de se sentir imobilizado, preso, atolado!
Nunca mais queira ser rígido ou achando que não se muda quando está ganhando!
A vida é dinâmica!

Afinal, você já sabe muito bem que, a qualquer momento, uma simples decisão pode mudar todo o curso de sua vida.
E para sempre!



"Prove a si próprio que você decidiu agora a ser feliz!"


Fraternos Abraços

11 de junho de 2017

Administrando o Medo



Recente pesquisa revelou que muitos brasileiros 
vivem dominados pelo medo.

Medo que vai desde o de ser assaltado, perder um filho, descobrir que tem uma doença grave, não conseguir pagar as contas, a sofrer um acidente, ter um ataque cardíaco ou perder o parceiro.

Alguns dos entrevistados revelaram que nem saem de casa ou que, em casa, vivem em sobressalto, ao menor ruído estranho.

Naturalmente, vivemos num mundo onde há muita violência, maldade e dificuldades.

Mas, é importante se pense um pouco, a fim de não se engrossar o rol dos que vivem sob a injunção do medo, perdendo anos preciosos das próprias vidas.

Assim, não sofra por antecipação. Algumas pessoas, sugestionáveis, assistem imagens violentas na TV e acham que fatos como aqueles poderão acontecer com alguém da sua família.

Tomar precauções é recomendável. A ninguém se pede que seja incauto, imprevidente.

Mas daí a ficar pensando, a toda hora, que algo terrível vai acontecer, será o mesmo que desistir da vida desde agora.

Pessoas que assim agem podem não se tornar vítimas de acidentes, de assaltos ou de doenças, mas do próprio medo.

Medo que as manterá infelizes, isoladas.

Por isso, nunca deixe que o medo o paralise. Faça o que tiver que fazer: ir à escola, às compras, ao templo religioso.

Se enfrentar medos e preocupações sozinho lhe parecer difícil, procure ajuda. Pode ser de um psicólogo, de grupos de pessoas que sofrem problemas semelhantes ou de um bom amigo.

E, em vez de se torturar com uma infinidade de contas a pagar, pense mais antes de adquirir o novo eletrodoméstico, de realizar a viagem dos seus sonhos, comprar a roupa da moda.

Aprenda a viver de acordo com os recursos que dispõe. Dê um passo de cada vez. Planeje férias com antecedência. Programe-se.

Não gaste tudo que ganha. E, muito menos, não gaste o que ainda não ganhou.

Não fique pensando em ganhar na loteria, na sena, na loto, no programa televisivo. Trabalhe e sinta orgulho de poder, com seu próprio esforço, ir adquirindo o de que necessita.

Em vez de ficar pensando na possibilidade de se manifestar essa ou aquela doença terrível, opte por fazer check-up anual.

Não espere para ir ao médico somente quando a dor o atormente, um problema de saúde se manifeste.

Procure o médico para saber se está tudo bem com você. Faça exames. Pratique exercícios sob supervisão.

Ande até a panificadora, em vez de ir sempre de carro. Pratique jardinagem, lave o carro.

Pense, sobretudo, positivamente: Deus protege a minha vida. Sou abençoado por Deus. Sou filho de Deus.

Trabalhe com alegria, ganhando as horas. Não transforme o seu ambiente profissional em um cárcere de torturas diárias.

Sorria mais. Faça amigos. Converse com os amigos. Estabeleçam, entre vocês, um cuidado mútuo.

Isso no que se refere a você, aos seus filhos, ao seu patrimônio.


Unidos seremos fortes.

Enfim, não tenha Medo do medo. 
Ele é um legado saudável e protetor. 
Mas, se torna um problema quando fica exagerado ou irracional.

Mantenha sua confiança em Deus, 
que governa o mundo e zela por sua vida.

De todos os medos.
 o que mais o deve preocupar 
é o de perder a presente reencarnação, 
por comodismos e invigilância.

E para este, 
a melhor solução é realizar, 
a cada dia, o melhor de si, entregando-se a Deus.

(fonte: Redação do Momento Espírita)

Amor, Luz e Paz